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Mangá Yaoi comemora 10º Aniversário com pingente de diamante

 Por Sildelane Marques

harunecklace2.jpgPara comemorar o 10 º aniversário do mangá Haru wo Daiteita, a mangaka Nitta Youka lançou o com exclusivo design o “Sweet 10”, com um desenho elegante, sofisticado e especialmente cravado de diamantes.

“Eu queria criar um acessório para comemorar o 10º aniversário do meu trabalho, Haru wo Daiteita. Foi quando eu disse brincando ao meu superior: no 10º livro eu falei sobre diamantes assim vamos fazer um acessório com 10 diamantes ou algo parecido! Só que era uma brincadeira! Mesmo assim ele começou a definir planos de fazer isso”, ressaltou Nitta Youka.

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Existem duas versões do pingente, um de cubos de zirconia em prata e o de diamante em ouro branco. No Japão o lançamento está fixada para o dia 06/09.

Contação de Lendas Japonesas

No dia 16/03 (domingo), às 16h, Tiemi Yamashita estará na Saraiva do Shopping Pátio Paulista (Rua Treze de Maio, 1.947, Bela Vista – SP), vestida de japonesa, para mostrar o universo e os costumes dessa cultura por meio de suas lendas infantis. A educadora contará as mais famosas histórias do Japão, como Momotaro, Issum Boshi, Gratidão da garça, entre outras. Mais informações sobre o evento, que será realizado no Espaço Mário de Andrade, pelo telefone 11-3171-3050.

Fonte: Pronews

HISTÓRIAS PARA LER SEM PRESSA

Histórias para ler sem pressa é um apanhado de 30 contos curtos – a maioria de uma página -, em tradução direta do árabe por Mamede Mustafa Jarouche. O volume conta ainda com uma pequena mas muita esclarecedora nota do tradutor, além de índice das fontes originais (dos séculos IX ao XVIII) e ilustrações de Andrés Sandoval.

Contos curtos ou, melhor dizendo, “anedotas e historietas”, nas palavras do tradutor. A questão do nome é relevante, pois o conto é um gênero literário da prosa de ficção ocidental, em que o adjetivo literário denota escrita (littera, letra). E aqui se trata de uma prosa oral, que obedece a outro registro.

Os árabes que hoje, grosso modo, espalham-se do Oriente Próximo (Síria e Iraque) à África Ocidental (Marrocos), são originários da Península Arábica. Ao sul do grande arco das civilizações antigas (Mesopotâmia, Israel, Grécia, Egito), ficaram por muito tempo também ao largo de suas principais conquistas, como a escrita. A escrita árabe só aparece no século VII d. C., em plena Idade Média ocidental, no contexto da grande reforma sociopolítico-cultural-religiosa liderada por Maomé. Isso explica a forte marca de oralidade presente em toda a literatura árabe. Sua obra mais importante, o Livro das mil e uma noites, é não por acaso um apanhado de histórias contadas por uma personagem, Sherazade.

Como explica a nota do tradutor: “As anedotas e historietas curiosas se constituem num dos fundamentos da retórica da prosa em árabe, encontrando-se disseminadas, muitas vezes repetidas, por quase toda a vasta produção que vai do século VIII até pelo menos o XVIII.” O que, então, se liga diretamente ao critério de seleção desta antologia: “Não se pode afirmar que seja dificultosa a empresa de recolher tais historietas, tamanha a sua abundância. A questão é o critério de seleção – e as histórias que vão enfeixadas neste volume, por exemplo, não obedecem a outro que não o dos eventuais deleite e curiosidade do tradutor, o qual espera correspondam aos dos leitores”.

Os títulos das pequenas narrativas dão bem uma idéia de seu saboroso conteúdo, reflexo de um mundo ao mesmo tempo mercantil-agrário, patriarcal e “mágico”, em que a tradição domina: “O poeta e o vendedor de melancias”, “O peregrino, o colar e o perfumista”, “Alquimia e farmácia”, “A moeda de ouro e seus filhotes”, “Um asno singular”, “Um pão por mil moedas de ouro”, “Vizir austero e juiz ligeiro”, “Duas histórias de Juha, o sábio bobalhão”, “Sobre a fundação de Bagdá”, “O mercador desonesto”, “Um orador esquecido”.

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INÍCIO DAS COMEMORAÇÕES AO CENTENÁRIO DA IMIGRAÇÃO JAPONESA em São Bernardo

As comemorações ao Centenário da Imigração Japonesa em São Bernardo tiveram início neste domingo, 24 de fevereiro, com plantio de 300 mudas de árvores nativas da Mata Atlântica, no ponto mais alto do município: o Pico do Bonilha.

Mais de 300 pessoas, entre imigrantes japoneses e descendentes participaram do plantio que recebeu a denominação de Bosque da Diversidade do Centenário da Imigração Japonesa no Brasil.

Foram plantadas cerca de 15 espécies diferentes da Mata Atlântica, entre elas, aroeira pimenteira, pata de vaca, dedaleiro, ingá, louro pardo, lixeira, ipê roxo, ipê amarelo, paineira, aroeira preta, angico, embiruçu, pitanga, quaresmeira e leiteiro. Após o plantio, a colônia japonesa se reuniu para um grande piquenique com pratos típicos como o “Oniguiri” (bolinho de arroz) e o “Tsukemono” (legumes em conserva).

De acordo com o presidente da Comissão Organizadora dos Festejos pelo Centenário da Imigração Japonesa e secretário de Planejamento e Tecnologia da Informação, Hiroyuki Minami, serão plantadas no total 36.520 mudas de árvores nativas na cidade. O número de árvores representa o número de dias desde a chegada do navio Kasato Maru, no Porto de Santos, em 1908.

A colônia japonesa que vive em São Bernardo aprovou a iniciativa da Prefeitura. A professora de canto, Yoshiko Ide, 52 anos, que vive no Brasil há 35 anos, falou que festejos como estes que unem a colônia japonesa que vive em São Bernardo resgatam a cultura japonesa. “Essa iniciativa é muito boa e importante, pois resgata nossos costumes”, falou a professora.

O casal de aposentados, Noriko Sato e Yoshimi Sato, com 79 e 89 anos respectivamente, vieram do Japão há 58 anos e desde então moram no bairro do Rudge Ramos em São Bernardo do Campo. “Adoramos aqui e sempre moramos em São Bernardo. O dia de hoje é muito especial para todos nós”, falou Noriko.
O calendário de festividades é extenso e terá ações até o mês de agosto. Torneio de tênis de mesa, concurso de karaokê, show com a cantora nissei Minami Kanako e apresentação da Orquestra Filarmônica de São Bernardo do Campo e coral de vozes.

Faz parte do calendário a urbanização de praças, no Parque dos Pássaros, além da Praça Kasato Maru, que terá um pórtico, de concreto armado, em referência ao navio que realizou a travessia do Japão ao Brasil, em 1908. O Pavilhão Vera Cruz será palco de exposição fotográfica, comidas típicas, apresentações de taikô, artes marciais e muito mais.
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Inscrições abertas para o Concurso Nacional de Haicai “Nempuku Sato”

Em comemoração aos 100 anos da imigração japonesa no Brasil, a Secretaria do Estado da Cultura, em parceria com a Associação Cultural e Beneficente Nipo-Brasileira de Curitiba, abre dia 11 de fevereiro as inscrições para o Concurso Nacional de Haicai “Nempuku Sato”.

Os três melhores trabalhos receberão R$3 mil, R$2 mil e R$1 mil, respectivamente. As inscrições serão aceitas até o dia 11 de abril. Devem ser feitas pessoalmente ou enviadas para o Concurso Nempuku Sato, Secretaria do Estado da Cultura, Rua Ébano Pereira, 240, Curitiba – PR, CEP 80410-240.

Os haicai devem ser inéditos, escritos em língua portuguesa, seguir a métrica japonesa (três versos de 5-7-5 sílabas) e apresentar termo de estação (kigo), sem título nem rima, conforme a tradição japonesa. Os vencedores serão anunciados em maio e os poemas divulgados num evento comemorativo do centenário da imigração japonesa no Brasil.
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Nempuku Sato (1898-1979) foi um imigrante japonês que ajudou a disseminar o haicai em terras brasileiras. De sua linhagem segue o poeta Masuda Goga que influenciou a paranaense Helena Kolody. Além dela, a poesia paranaense conta com nomes como Alice Ruiz e Paulo Leminski, entre os divulgadores do haicai.

Serviço:
Concurso Nacional de Haicai “Nempuku Sato” – Inscrições de 11/02 a 11/04.
Incrições podem ser realizadas no local ou enviadas para “Concurso Nempuku Sato”, Secretaria do Estado da Cultura, Rua Ébano Pereira, 240, Curitiba – Pr, CEP 80410 – 240.
Mais Informações: (41) 3321– 4738 ou (41) 3321 – 4718

Fonte: http://www.cultura.pr.gov.br

CENTENÁRIO DA IMIGRAÇÃO JAPONESA TERÁ MEDALHA COMEMORATIVA

O Ministério do Turismo vai instituir, em parceria com em parceria com a Comissão Nacional de Organização das Comemorações e o Instituto Rosa Okubo, a Medalha do Mérito do Turismo do Centenário da Imigração Japonesa no Brasil. Em visita ao Bairro da Liberdade, em São Paulo, onde foi homenageada pela comunidade japonesa, Marta Suplicy, disse que as relações entre os dois países – marcadas inicialmente pela contribuição japonesa na agricultura e indústria nacionais- entraram em uma nova fase.

“No momento, além das parcerias no setor siderúrgico, estamos estabelecendo novos acordos para a aviação, que envolvem a compra de aviões da Embraer pela JAL – Japan Airlines; adotamos o padrão japonês para as transmissões da TV digital e está sendo negociado um acordo para os biocombustíveis, principalmente o etanol, que pode inaugurar uma nova fase na substituição em larga escala dos combustíveis fósseis”, destacou a ministra.

Segundo ela, a contribuição entre Brasil e Japão foi e continua sendo marcante. E por isso, a comemoração do centenário deve representar o início de um novo processo de estreitamento e intensificação nas relações bilaterais.

“Mas o mais importante é aproveitar a janela de oportunidades aberta pelo centenário para despertar o desejo dos japoneses por conhecerem o Brasil. Para isso, estamos financiando um conjunto de ações de promoção. Um exemplo é a parceria com a Câmara de Comercio Brasil/Japão que criou um evento de grande sucesso no Japão, o Brasil Day, que apresenta a comida brasileira, shows e artigos diversos “, afirmou Marta Suplicy.

Para um platéia composta por centenas de japoneses e descendentes, a ministra falou ainda dos preparativos do MTur para as comemorações do centenário. Confirmou a vinda do príncipe S.A.I. Naruhito, que vai inaugurar em Rolândia (PR) o Parque Yumê, obra financiada com recursos federais. O Ministério está apoiando um conjunto de eventos, dentre eles, a vinda da coleção “Os tesouros do Japão” e liberando verba para a construção do Parque Japão em Maringá (PR), composto por uma casa e um jardim típicos japoneses. O MTur vai ampliar também o número de guias de turismo em atividade no Brasil que falam japonês.

“Tudo isso porque o Japão é um mercado muito importante. É o sétimo maior emissor de turistas no mundo, mas para o Brasil vêm apenas 0,2% do total de japoneses que viajam. Apesar de ter aumentado em 70% no ano passado, o Brasil recebe apenas 74 mil turistas. Foz do Iguaçu, Manaus e São Paulo foram os destinos preferidos”, disse a ministra.

A comunidade japonesa no Brasil representa 1% da população brasileira – aproximadamente 1,5 milhão. A maior concentração com 800 mil está em São Paulo. Em seguida, vem o Paraná, com 250 mil japoneses e descendentes.

Fonte: http://www.turismo.gov.br/

LIVROS NO CENTENÁRIO DA IMIGRAÇÃO JAPONESA NO BRASIL

Prêmio Nobel de Literatura, crônicas e romance histórico – são as obras do catálogo da Globo Livros sobre a cultura japonesa.

Beleza e tristeza, de Yasunari Kawabata

Prêmio Nobel de Literatura de 1968, Beleza e tristeza é uma obra-prima de complexidade e sutileza. Mesclam-se na narrativa observações psicológicas e um profundo questionamento sobre o sentido da arte e da literatura. A obra é uma meditação sutil sobre temas caros ao autor: a solidão e a morte; o amor e o erotismo.

Cenas Japonesas – crônicas de um brasileiro em Tóquio, de Ronald Polito
Iguarias exóticas de preparo duvidoso, a obsessão dos japoneses pelas histórias em quadrinhos, o consumismo desenfreado, o odor nauseante da capital. Essas e outras características por vezes confirmam e outras desmistificam a imagem que o ocidente constrói da nação japonesa Desse modo, o livro põe em questão os mitos sobre o povo japonês em crônicas bem-humoradas e de ironia peculiar. O autor, mestre em história social das idéias pela Universidade Federal Fluminense, produziu as crônicas durante os três anos em que lecionou na Tokyo University of Foreing Studies, Japão.

Saga – A história de quatro gerações de uma família japonesa no Brasil, de Ryoki Inoue

Do fim da era dos samurais à violência de São Paulo atual. Da repulsa inicial ao estilo de vida do ocidente aos casamentos miscigenados. Por meio dos dramas e conflitos de quatro gerações de uma família, a trama reflete sobre diferenças étnicas e os limites entre tradição e preconceito. Além de constituir uma bela introdução à admirável cultura japonesa.

Este ano, a Globo Livros lançará dois clássicos traduzidos diretamente do japonês: Coração, de Natsume Soseki e Trem noturno da Via Láctea, de Miyazawa Kenj.

Fonte: maxpressnet/