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INÍCIO DAS COMEMORAÇÕES AO CENTENÁRIO DA IMIGRAÇÃO JAPONESA em São Bernardo

As comemorações ao Centenário da Imigração Japonesa em São Bernardo tiveram início neste domingo, 24 de fevereiro, com plantio de 300 mudas de árvores nativas da Mata Atlântica, no ponto mais alto do município: o Pico do Bonilha.

Mais de 300 pessoas, entre imigrantes japoneses e descendentes participaram do plantio que recebeu a denominação de Bosque da Diversidade do Centenário da Imigração Japonesa no Brasil.

Foram plantadas cerca de 15 espécies diferentes da Mata Atlântica, entre elas, aroeira pimenteira, pata de vaca, dedaleiro, ingá, louro pardo, lixeira, ipê roxo, ipê amarelo, paineira, aroeira preta, angico, embiruçu, pitanga, quaresmeira e leiteiro. Após o plantio, a colônia japonesa se reuniu para um grande piquenique com pratos típicos como o “Oniguiri” (bolinho de arroz) e o “Tsukemono” (legumes em conserva).

De acordo com o presidente da Comissão Organizadora dos Festejos pelo Centenário da Imigração Japonesa e secretário de Planejamento e Tecnologia da Informação, Hiroyuki Minami, serão plantadas no total 36.520 mudas de árvores nativas na cidade. O número de árvores representa o número de dias desde a chegada do navio Kasato Maru, no Porto de Santos, em 1908.

A colônia japonesa que vive em São Bernardo aprovou a iniciativa da Prefeitura. A professora de canto, Yoshiko Ide, 52 anos, que vive no Brasil há 35 anos, falou que festejos como estes que unem a colônia japonesa que vive em São Bernardo resgatam a cultura japonesa. “Essa iniciativa é muito boa e importante, pois resgata nossos costumes”, falou a professora.

O casal de aposentados, Noriko Sato e Yoshimi Sato, com 79 e 89 anos respectivamente, vieram do Japão há 58 anos e desde então moram no bairro do Rudge Ramos em São Bernardo do Campo. “Adoramos aqui e sempre moramos em São Bernardo. O dia de hoje é muito especial para todos nós”, falou Noriko.
O calendário de festividades é extenso e terá ações até o mês de agosto. Torneio de tênis de mesa, concurso de karaokê, show com a cantora nissei Minami Kanako e apresentação da Orquestra Filarmônica de São Bernardo do Campo e coral de vozes.

Faz parte do calendário a urbanização de praças, no Parque dos Pássaros, além da Praça Kasato Maru, que terá um pórtico, de concreto armado, em referência ao navio que realizou a travessia do Japão ao Brasil, em 1908. O Pavilhão Vera Cruz será palco de exposição fotográfica, comidas típicas, apresentações de taikô, artes marciais e muito mais.
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Inscrições abertas para o Concurso Nacional de Haicai “Nempuku Sato”

Em comemoração aos 100 anos da imigração japonesa no Brasil, a Secretaria do Estado da Cultura, em parceria com a Associação Cultural e Beneficente Nipo-Brasileira de Curitiba, abre dia 11 de fevereiro as inscrições para o Concurso Nacional de Haicai “Nempuku Sato”.

Os três melhores trabalhos receberão R$3 mil, R$2 mil e R$1 mil, respectivamente. As inscrições serão aceitas até o dia 11 de abril. Devem ser feitas pessoalmente ou enviadas para o Concurso Nempuku Sato, Secretaria do Estado da Cultura, Rua Ébano Pereira, 240, Curitiba – PR, CEP 80410-240.

Os haicai devem ser inéditos, escritos em língua portuguesa, seguir a métrica japonesa (três versos de 5-7-5 sílabas) e apresentar termo de estação (kigo), sem título nem rima, conforme a tradição japonesa. Os vencedores serão anunciados em maio e os poemas divulgados num evento comemorativo do centenário da imigração japonesa no Brasil.
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Nempuku Sato (1898-1979) foi um imigrante japonês que ajudou a disseminar o haicai em terras brasileiras. De sua linhagem segue o poeta Masuda Goga que influenciou a paranaense Helena Kolody. Além dela, a poesia paranaense conta com nomes como Alice Ruiz e Paulo Leminski, entre os divulgadores do haicai.

Serviço:
Concurso Nacional de Haicai “Nempuku Sato” – Inscrições de 11/02 a 11/04.
Incrições podem ser realizadas no local ou enviadas para “Concurso Nempuku Sato”, Secretaria do Estado da Cultura, Rua Ébano Pereira, 240, Curitiba – Pr, CEP 80410 – 240.
Mais Informações: (41) 3321– 4738 ou (41) 3321 – 4718

Fonte: http://www.cultura.pr.gov.br

CENTENÁRIO DA IMIGRAÇÃO JAPONESA TERÁ MEDALHA COMEMORATIVA

O Ministério do Turismo vai instituir, em parceria com em parceria com a Comissão Nacional de Organização das Comemorações e o Instituto Rosa Okubo, a Medalha do Mérito do Turismo do Centenário da Imigração Japonesa no Brasil. Em visita ao Bairro da Liberdade, em São Paulo, onde foi homenageada pela comunidade japonesa, Marta Suplicy, disse que as relações entre os dois países – marcadas inicialmente pela contribuição japonesa na agricultura e indústria nacionais- entraram em uma nova fase.

“No momento, além das parcerias no setor siderúrgico, estamos estabelecendo novos acordos para a aviação, que envolvem a compra de aviões da Embraer pela JAL – Japan Airlines; adotamos o padrão japonês para as transmissões da TV digital e está sendo negociado um acordo para os biocombustíveis, principalmente o etanol, que pode inaugurar uma nova fase na substituição em larga escala dos combustíveis fósseis”, destacou a ministra.

Segundo ela, a contribuição entre Brasil e Japão foi e continua sendo marcante. E por isso, a comemoração do centenário deve representar o início de um novo processo de estreitamento e intensificação nas relações bilaterais.

“Mas o mais importante é aproveitar a janela de oportunidades aberta pelo centenário para despertar o desejo dos japoneses por conhecerem o Brasil. Para isso, estamos financiando um conjunto de ações de promoção. Um exemplo é a parceria com a Câmara de Comercio Brasil/Japão que criou um evento de grande sucesso no Japão, o Brasil Day, que apresenta a comida brasileira, shows e artigos diversos “, afirmou Marta Suplicy.

Para um platéia composta por centenas de japoneses e descendentes, a ministra falou ainda dos preparativos do MTur para as comemorações do centenário. Confirmou a vinda do príncipe S.A.I. Naruhito, que vai inaugurar em Rolândia (PR) o Parque Yumê, obra financiada com recursos federais. O Ministério está apoiando um conjunto de eventos, dentre eles, a vinda da coleção “Os tesouros do Japão” e liberando verba para a construção do Parque Japão em Maringá (PR), composto por uma casa e um jardim típicos japoneses. O MTur vai ampliar também o número de guias de turismo em atividade no Brasil que falam japonês.

“Tudo isso porque o Japão é um mercado muito importante. É o sétimo maior emissor de turistas no mundo, mas para o Brasil vêm apenas 0,2% do total de japoneses que viajam. Apesar de ter aumentado em 70% no ano passado, o Brasil recebe apenas 74 mil turistas. Foz do Iguaçu, Manaus e São Paulo foram os destinos preferidos”, disse a ministra.

A comunidade japonesa no Brasil representa 1% da população brasileira – aproximadamente 1,5 milhão. A maior concentração com 800 mil está em São Paulo. Em seguida, vem o Paraná, com 250 mil japoneses e descendentes.

Fonte: http://www.turismo.gov.br/

LIVROS NO CENTENÁRIO DA IMIGRAÇÃO JAPONESA NO BRASIL

Prêmio Nobel de Literatura, crônicas e romance histórico – são as obras do catálogo da Globo Livros sobre a cultura japonesa.

Beleza e tristeza, de Yasunari Kawabata

Prêmio Nobel de Literatura de 1968, Beleza e tristeza é uma obra-prima de complexidade e sutileza. Mesclam-se na narrativa observações psicológicas e um profundo questionamento sobre o sentido da arte e da literatura. A obra é uma meditação sutil sobre temas caros ao autor: a solidão e a morte; o amor e o erotismo.

Cenas Japonesas – crônicas de um brasileiro em Tóquio, de Ronald Polito
Iguarias exóticas de preparo duvidoso, a obsessão dos japoneses pelas histórias em quadrinhos, o consumismo desenfreado, o odor nauseante da capital. Essas e outras características por vezes confirmam e outras desmistificam a imagem que o ocidente constrói da nação japonesa Desse modo, o livro põe em questão os mitos sobre o povo japonês em crônicas bem-humoradas e de ironia peculiar. O autor, mestre em história social das idéias pela Universidade Federal Fluminense, produziu as crônicas durante os três anos em que lecionou na Tokyo University of Foreing Studies, Japão.

Saga – A história de quatro gerações de uma família japonesa no Brasil, de Ryoki Inoue

Do fim da era dos samurais à violência de São Paulo atual. Da repulsa inicial ao estilo de vida do ocidente aos casamentos miscigenados. Por meio dos dramas e conflitos de quatro gerações de uma família, a trama reflete sobre diferenças étnicas e os limites entre tradição e preconceito. Além de constituir uma bela introdução à admirável cultura japonesa.

Este ano, a Globo Livros lançará dois clássicos traduzidos diretamente do japonês: Coração, de Natsume Soseki e Trem noturno da Via Láctea, de Miyazawa Kenj.

Fonte: maxpressnet/

Onde a Vaca Não é Sagrada

Por Sandra Bose

Namaskar

No ocidente as pessoas ainda crêem que a vaca seja um animal sagrado na Índia, e é justamente sobre este equivoco que escrevo hoje.

Assim como no caso do Brasil, a Índia também é dividida em estados, e o que ocorre é que em alguns estados indianos existe uma lei proibindo seu abate. Estes estados são no geral de maioria hindu.

Mas na Índia a população não é somente de religião hindu, aqui temos islâmicos, sikhs, cristãos, budistas etc que se alimentam de carne bovina sem problema algum. Em estados de maioria sikh ou islâmica, o abate de vacas é permitido e as pessoas se alimentam de sua carne.

Outro ponto importante a se destacar é que a Índia é fabricante e exportadora de calçados de couro e nem todo couro vem dos caprinos, até porque os bodes e cabras são pequenos em tamanho se compararmos ao tamanho de uma vaca.

Os hindus não vêem as vacas como sagradas, mas sim como uma fonte de leite, de onde fazem o iorgute, a manteiga, o ghee e o paneer (queijo branco fresco). Infelizmente eles ainda desconhecem os queijos amarelos como provolone, suíço, etc.

Os hindus também acreditam que ao alimentar uma vaca com capim e chapati (pão indiano) eles estejam transferindo toda a sua negatividade (energia negativa) para o animal. E é bastante comum ver pela manhã os indianos hindus dando chapati para as inúmeras vacas que vagam pelas ruas da Índia, inclusive na capital, Nova Delhi.

Outra prova de que as vacas não são sagradas, é o fato de que elas são soltas no transito caótico das cidades onde além de atrapalharem muito o trânsito, elas se ferem, pois muitos automóveis, ônibus e caminhões não conseguem freiar a tempo, batendo nelas. É muito triste ver as vacas mancando e/ou com as pernas feridas.

vaca_rejane.jpgMas ainda pior que isso é que as vacas que habitam as ruas dos centros urbanos não se alimentam direito pois nas cidades simplesmente não há pastos, assim sendo forcadas a comer lixo. Observe a foto da vaca se alimentando de lixo. Esta cena do cotidiano indiano é absolutamente comum e por isso mesmo não compreendo de onde surgiu a noção que os ocidentais tem de que as vacas sejam sagradas. Quem deixa um animal, se fosse considerado sagrado, alimentar-se de lixo?

Nandi, o boi de estimação do deus hindu Shiva, este sim é um bovino sagrado!

Foto da Rejane Teixeira.

O Som das Olimpíadas de Pequim 2008

Por Sildelane Marques

A atriz e cantora sul-coreana Jang Nara está trabalhando com o chinês Liao Changyong na produção da canção das Olimpíadas de Pequim 2008. O dueto, “Our Dream” -Nosso Sonho-, será um híbrido de pop e óperas e terá letra tanto em Chinês quanto Inglês. Após a gravação, os dois filmaram um clipe.

“Os Jogos Olímpicos Pequim é o primeiro evento Olímpico da Ásia em 20 anos, desde os Jogos Olímpicos Seul 1988. Creio que tem algo de muito especial a ver com o número 8 que significa tanto em chinês. Para comemorar 15 anos de relações entre a Coréia e a China, eu canto com o meu coração coreano na esperança do sucesso de Pequim. Espero, também, as relações entre a Coréia e a China melhorem ainda mais” comentou Jang Nara.

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Jang, que já havia maravilhado seus fãs com canções chinesas em concertos anteriores, irá cantar a parte chinesa, enquanto Liao irá cuidar da parte em inglês. A canção será apresentada no novo álbum “United Asian Album” de Jang que será lançado em Fevereiro.

O vídeo revelado no site oficial de Jang Nara mostra Jang Nara vestida com roupas vermelhas tradicionais chinesas. Aqui pode ser visto uma outra versão com Jang Nara cantando “Our dreams” com coral e orquestra: http://www.youtube.com/watch?v=p0OLuP8vucY

EGITO CENSURA OBRAS NA FEIRA DO LIVRO DE CAIRO

As autoridades do Egito proibiram a entrada de várias obras literárias no país, entre elas alguns livros do tcheco Milan Kundera – como “A insustentável leveza do ser”, de 1983 – e do marroquino Mohamed Choukri, que deveriam ter sido expostas na Feira do Livro de Cairo, iniciada em 23 de janeiro.

“Não foi dada nenhuma explicação por parte das autoridades egípcias”, denuncia Randa Idriss, diretora da editora libanesa Dar al-Adab. Segundo Idriss, entre os livros censurados estão quatro romances de Kundera traduzidos ao árabe, como “A insustentável leveza do ser” e “O livro do riso e do esquecimento”.

Alguns livros do marroquino Mohamed Choukri (morto em 2003), publicados pela editora árabe al-Jamal (com sede na Alemanha), também tiveram mesmo destino, como por exemplo “Pão nu” (não disponível no Brasil), obra que lhe deu fama mundial.

Entre os livros vetados pelo Egito durante a feira (programada para terminar em 4 de fevereiro), figuram também “Amor na Arábia Saudita”, do escritor e jornalista saudita Ibrahim Badi – que toca diversos tabus regionais – e “Mulheres de areia e resina”, da libanesa Hanan el-Cheikh – sobre a situação sufocante das mulheres nos países do Golfo e que evoca a homossexualidade.

 Fonte: (ANSA/ANSAmed)

Mundo Árabe será destaque na London Book Fair 2008

Editores de países árabes estão entusiasmados com a notícia de que o Mundo Árabe (que engloba 20 países e dois estados que tem a língua árabe como oficial) será o principal mercado focado na Feira do Livro de Londres em 2008 – London Book Fair 2008.

lbf08_header_left.gifDe 2008 Mercado Focus programa terá por objetivo reforçar as relações culturais com o mundo árabe, educar a indústria editorial mundial sobre literatura árabe e permitir que os árabes editores promover seus livros e literatura de todas as partes do mundo.

Novos pavilhões já foram reservados por países como o Líbano, Abu Dhabi, Catar, Síria e os Emirados Árabes. Editores independentes do Egito, Líbano e união européia também estão sendo procurados para agilizarem a reserva dos seus estandes.

logo_market_focus.gifDurante o evento haverá uma série de palestras, discussões, debates e seminários com o objetivo de incentivar a colaboração entre editores e tradutores do Reino Unido e árabes. Alem da apresentação das atuais tendências da literatura contemporânea árabe que será introduzida no Reino Unido através de uma mostra de alguns dos melhores escritores do mundo árabe.

A experiência do Reino Unido, que exportou em 2006 para o Oriente Médio e o Norte da África cerca de 91 milhões de libras, dá uma idéia do potencial da região. A Feira do Livro de Londres acontece entre os dias 14 e 16 de abril deste ano.

Fonte: PublishNews e http://www.londonbookfair.co.uk/

INDONÉSIA QUER IMPORTAR SOJA E CONHECER TECNOLOGIA BRASILEIRA COM ETANOL

A tecnologia utilizada pelo Brasil com etanol e a importação da soja brasileira não-transgênica foram discutidas nesta quinta-feira (17), durante encontro do embaixador da Indonésia no Brasil, Bali Moniaga, com o ministro da Agricultura, Reinhold Stephanes. A Indonésia é o quarto maior importador de soja do mundo, consumindo cerca de 10 milhões de toneladas por ano.

O ministro da Agricultura recomendou uma visita do ministro da Indonésia ao Brasil para conhecer fazendas de pecuária, áreas de produção de cana-de-açúcar de Ribeirão Preto (SP), o Centro de Pesquisa de Açúcar e Álcool, em Piracicaba, e as plantações de soja no Mato Grosso. O ministro Stephanes disse, ainda, que nos próximos meses manterá contato com cooperativas para decidir sobre as exportações de soja para o consumo humano. “Vamos também discutir com o ministro a questão do embargo da Indonésia à carne brasileira”, afirmou.

O embaixador Bali Moniaga convidou o ministro Stephanes para uma palestra em seu país, ainda este ano, sobre a experiência brasileira com o etanol e a tecnologia Flex Fuel, que possibilita o abastecimento com álcool ou gasolina.

Fonte: MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUARIA E ABASTECIMENTO

Livros estrangeiros são os que mais vendem na China

Fonte: http://diariodigital.sapo.pt/

Os livros estrangeiros, sobretudo “best-sellers” e clássicos, são os que mais vendem na China. Os segredos para ganhar dinheiro e as visões modernas da cultura chinesa são os temas preferidos dos leitores chineses, informou hoje a imprensa chinesa.

As vendas dos títulos estrangeiros na China aumentaram em 2007, gerando mais receitas do que as últimas novidades de autores chineses no mercado doméstico, segundo um estudo de mercado divulgado pela Joyo Amazon, a maior livraria chinesa on-line, publicada pelo jornal oficial China Daily.

Mas a aposta em livros premiados, como o Prémio Nobel da Literatura, pode ser uma jogada arriscada para as editoras chinesas, alertaram alguns profissionais da indústria, porque, segundo o jornal, os chineses preferem mesmo saber como multiplicar o seu dinheiro e estão interessados nas interpretações modernas da história e cultura chinesas.

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