Archive for the 'Filmes' Category

A volta de Jun Ji-hyun

Por Luiz Barreto do Gigante Ásia

photo6305.jpgEla virou um ícone da febre de filmes coreanos. Ao fazer “Sassy Girl” em 2001 a atriz Jun Ji-hyun ficou famosa na ásia inteira e ajudou a tornar ainda mais popular os filmes coreanos. Agora, depois de um tempo fora do mercado coreano, ela está voltando para a audiência de seu país.

Adotando o nome “Gianna Jun” para o mercado de língua inglesa já que seu nome em coreano pode não ser muito fácil de pronunciar a atriz fez “Blood: The Last Vampire” que está em pós-produção e deve estrear ano que vem, marcando seu primeiro trabalho em Hollywood. O filme é dirigido pelo francês Chris Nahon e é baseado em uma animação japonesa de mesmo nome. Bem globalizado, não?

Seu novo filme coreano, ao lado de Hwang Jung-min, ela faz o papel de uma documentarista que ajuda um homem (feito por Hwang) que acredita que ele é um super-homem que costumava ter super-poderes. “A Man Once a Superman” deve estrear no começo do ano que vem.

Porém, exceto “My Sassy Girl”, que foi um estouro de bilheteria, seus outros filmes como “The Uninvited”, “Windstruck” e mesmo “Daisy”, que teve grande atenção da mídia, foram fracassos de bilheteria. Por isso, muitos críticos duvidam primeiro de seu talento como atriz e segundo, de seu poder de atrair público. Agora é uma boa oportunidade de provar o contrário. 

12ª Pusan International Film

Por Sildelane Marques

pusan.gifChega a sua 12ª edição um dos maiores eventos da Ásia, o Pusan International Film Festival [PIFF]. Apresentando 275 filmes de 64 países entre os dias 4 e 12 de outubro, o festival é uma oportunidade única de jovens cineastas trocarem conhecimentos com diretores experientes, e ainda se destacar no mundo cinematográfico.

 

Nesta quinta-feira, no seu primeiro dia, desfilaram pelo tapete vermelho do Pusan Yachting Center inúmeras estrelas asiáticas e internacionais tanto do cinema quanto da televisão, bem como políticos, todos eles indo prestigiar a exibição do filme “Assembly” do diretor chinês Feng Xiagang que foi escolhido para a abertura do evento. Assembly conta a história de um soldado na guerra civil chinesa de 1948. Entre os convidados ilustres presentes estavam: o diretor do Festival de Canner, Thierry Fremaux, designer coreano Andre Kim e compositor Ennio Moriccone. Continue lendo ’12ª Pusan International Film’

Mangás, ao vivo e a cores.

Por Sildelane Marques

É cada vez mais comum à estréia de dramas e/ou filmes baseados nos mangás japoneses e/ou manhwa (mangá coreano). Tanto as histórias inspiradas no simples cotidiano como aquelas que criam uma atmosfera de suspense já passaram pelas telinhas. Muitos devem lembrar do filme Old Boy de Park Chan-wook ou o drama Goong, ambos foram adaptado dos quadrinhos.

 

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Hwang Jin-i

Hwang Jin-i (1520-1560)

Por Mímica-chan

Retrato de Hwang Ji-i

Também conhecida por seu nome de cortesã Myeongwol, é a mais legendária cortesã da Dinastia Joseon que viveu durante o reinado do Rei Jungjong. Ela era notada por sua beleza excepcional, encantando a todos com sua genialidade e seu intelecto extraordinário. Sua vida pessoal se tornou quase como um mito, tendo filmes, um drama (novela), óperas, e romances baseados em sua vida. Devido a sua renomada natureza dogmática e independente, ela se tornou um ícone popular na cultura da Coréia.Embora não se saiba muito sobre sua infância (nem as datas exatas de seu nascimento e falecimento), registros indicam que ela era a filha de um aristocrata, mas sobre sua mãe as histórias variam, mas muitos sugerem que ela foi a filha da cortesã cega Jin Hyeon-Geum, que era bastante popular por seu talento em tocar o gayageum (cítara- um instrumento de cordas Tradicional coreano). Continue lendo ‘Hwang Jin-i’

AS MIL E UMA NOITES

Por Manuela Chacón

as-mil-e-uma-noites.jpg“As mil e uma noites” é um clássico da literatura árabe que consiste em uma coletânea onde estão incluídos os mais belos e exóticos contos do mundo oriental. Presume-se que os mais antigos sejam os do Egito, e que datariam do séc XII. As histórias são estruturadas em cadeia, o que leva o leitor a não se desprender da narrativa antes do fim do livro. Não existem textos fixos para obra, seu conteúdo varia de manuscrito para manuscrito.

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O fenômeno “Nana”

Por Sildelane Marques

Criado por Ai Yazawa em 2002, o mangá Nana é um verdadeiro fenômeno em todo o mundo. Atualmente ele conta com aproximadamente 17 volumes já publicados com records de vendas, uma série de anime com 47 capítulos, um videogame, dois filmes, cds das músicas do filme e do anime, além de livros ilustrados, rumores de um drama e toda uma montanha de merchandising. Se você ainda dúvida que Nana seja capaz de tanto sucesso, saiba que essa obra é a primeira a ter um dia próprio, o Nana Day [7 de Julio], nele todos os fãs desde dos Estados Unidos à Austrália, Espanha, e até o Iraque promovem eventos com tudo relacionado a essa verdadeira coletânea.

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Shinobi: A Batalha

Por Patrícia Liana
shinobi.jpgFinalmente chega às locadoras brasileiras “Shinobi: A Batalha, baseado no romance Kouga Ninpou Cho de Futaro Yamada, que deu origem a uma série de manga e anime de grande sucesso no Japão. “Shinobi: A Batalha” é um típico filme de “chambara”, estilo cinematográfico e teatral japonês que trata sobre batalha de espadas. O nome desse gênero vem da contração onomatopéica chan-chan, bara-bara que designam o barulho da lâmina ao corta a carne. Shinobi também assimila características do “jidaigeki” (filme histórico). As obras do tipo entram em decadência no fim dos anos 70, mas voltaram recentimente com força total em filmes de grande sucesso como “Kill Bill” (2003) e “Azumi (2003).

Podemos dizer que o filme é um verdadeiro Romeu e Julieta dentro da lógica dos filmes de artes marciais, a trama tem um romantismo inerente e cativante, é linda, poética e impressionante. Seu ritmo é suave, os cenários são belíssimos, a música é perfeita e a fotografia é simplesmente magistral. O filme conta ainda com lutas ao melhor caráter estilizado. Para quem gostou de “O Tigre e o Dragão” (2000) Shinobi é simplesmente imperdível.

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