Archive for the 'Curiosidades' Category

Festival do Japão

O melhor da cultura japonesa no Brasil estará no Festival do Japão, parte do calendário Oficial Turístico do Estado de São Paulo, e das festas que comemoram os 100 anos de imigração japonesa no Brasil.

O evento, que acontece nos dias 18, 19 e 20 de julho de 2008, no Centro de Exposições Imigrantes, está em sua 11ª edição. O Festival do Japão é considerado um dos maiores eventos de cultura japonesa no mundo.

A festa, organizada desde 1998 pelo Kenren (Federação das Associações de Províncias do Japão no Brasil), apresenta shows musicais, atrações culturais, danças típicas, culinária, exposições e atividades para as crianças, e acontece em um final de semana, com três dias repletos de atividades culturais.

“A culinária é extremamente importante, é considerada a base do Festival, e dessa maneira, divulgamos a cultura japonesa em todos os sentidos. O Centenário ajuda muito o nosso Festival, que vai crescer bastante em termos de público. Vamos trabalhar para que o evento seja significativo para toda comunidade, e agradecemos muito a força dos jovens voluntários”, explica Keiji Kato, presidente da Comissão Executiva do 11º Festival do Japão.

Todos os anos, é uma tradição do Festival do Japão escolher um tema principal, que é utilizado para criar, inspirar e desenvolver todo o evento. Em 2008, o tema escolhido é o Centenário da Imigração Japonesa no Brasil, mostrando um panorama geral das comemorações.


Serviço
11º Festival do Japão
Data: 18, 19 e 20 de julho de 2008
Local:Centro de Exposições Imigrantes
Rodovia dos Imigrantes, km 1,5, São Paulo
Ônibus gratuito no metrô Jabaquara e São Judas

Realização:
Kenren – Federação das Associações de Províncias do Japão no Brasil
Ingressos: R$ 5 (Entrada gratuita para idosos – 65 anos e crianças até 8 anos)
Informações: (11) 3277-8569
E-mail: secretaria@festivaldojapao.comEste endereço de e-mail está sendo protegido de spam, você precisa de Javascript habilitado para vê-lo
Fonte Site: http://www.festivaldojapao.com/

Pato Fu no japao100

Fernanda Takai, vocalista da banda Pato Fu, revela ao site http://www.japao100.com.br que seu bisavô paterno, que era militar no Japão, veio no primeiro navio de imigrantes japoneses rumo ao Brasil: o Kasato Maru, em 1908. Ele foi parar numa região próxima a Lucélia, no interior de São Paulo. “Esse meu bisavô, como a maioria dos japoneses, foi trabalhar na cultura de café”, explica.

Em 2005, ela foi conhecer a terra de seus ancestrais. Lá Fernanda teve a idéia de gravar um videoclipe. “Com uma câmera digital, coloquei um foninho de ouvido e fui dublando a música e andando com uma roupa de coelhinho na rua. Ninguém se incomodou com o meu visual. No Japão, as pessoas podem ser elas mesmas, de uma forma genuína.” O depoimento de Fernanda será publicado na próxima quarta-feira, dia 5.

INÍCIO DAS COMEMORAÇÕES AO CENTENÁRIO DA IMIGRAÇÃO JAPONESA em São Bernardo

As comemorações ao Centenário da Imigração Japonesa em São Bernardo tiveram início neste domingo, 24 de fevereiro, com plantio de 300 mudas de árvores nativas da Mata Atlântica, no ponto mais alto do município: o Pico do Bonilha.

Mais de 300 pessoas, entre imigrantes japoneses e descendentes participaram do plantio que recebeu a denominação de Bosque da Diversidade do Centenário da Imigração Japonesa no Brasil.

Foram plantadas cerca de 15 espécies diferentes da Mata Atlântica, entre elas, aroeira pimenteira, pata de vaca, dedaleiro, ingá, louro pardo, lixeira, ipê roxo, ipê amarelo, paineira, aroeira preta, angico, embiruçu, pitanga, quaresmeira e leiteiro. Após o plantio, a colônia japonesa se reuniu para um grande piquenique com pratos típicos como o “Oniguiri” (bolinho de arroz) e o “Tsukemono” (legumes em conserva).

De acordo com o presidente da Comissão Organizadora dos Festejos pelo Centenário da Imigração Japonesa e secretário de Planejamento e Tecnologia da Informação, Hiroyuki Minami, serão plantadas no total 36.520 mudas de árvores nativas na cidade. O número de árvores representa o número de dias desde a chegada do navio Kasato Maru, no Porto de Santos, em 1908.

A colônia japonesa que vive em São Bernardo aprovou a iniciativa da Prefeitura. A professora de canto, Yoshiko Ide, 52 anos, que vive no Brasil há 35 anos, falou que festejos como estes que unem a colônia japonesa que vive em São Bernardo resgatam a cultura japonesa. “Essa iniciativa é muito boa e importante, pois resgata nossos costumes”, falou a professora.

O casal de aposentados, Noriko Sato e Yoshimi Sato, com 79 e 89 anos respectivamente, vieram do Japão há 58 anos e desde então moram no bairro do Rudge Ramos em São Bernardo do Campo. “Adoramos aqui e sempre moramos em São Bernardo. O dia de hoje é muito especial para todos nós”, falou Noriko.
O calendário de festividades é extenso e terá ações até o mês de agosto. Torneio de tênis de mesa, concurso de karaokê, show com a cantora nissei Minami Kanako e apresentação da Orquestra Filarmônica de São Bernardo do Campo e coral de vozes.

Faz parte do calendário a urbanização de praças, no Parque dos Pássaros, além da Praça Kasato Maru, que terá um pórtico, de concreto armado, em referência ao navio que realizou a travessia do Japão ao Brasil, em 1908. O Pavilhão Vera Cruz será palco de exposição fotográfica, comidas típicas, apresentações de taikô, artes marciais e muito mais.
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CENTENÁRIO DA IMIGRAÇÃO JAPONESA TERÁ MEDALHA COMEMORATIVA

O Ministério do Turismo vai instituir, em parceria com em parceria com a Comissão Nacional de Organização das Comemorações e o Instituto Rosa Okubo, a Medalha do Mérito do Turismo do Centenário da Imigração Japonesa no Brasil. Em visita ao Bairro da Liberdade, em São Paulo, onde foi homenageada pela comunidade japonesa, Marta Suplicy, disse que as relações entre os dois países – marcadas inicialmente pela contribuição japonesa na agricultura e indústria nacionais- entraram em uma nova fase.

“No momento, além das parcerias no setor siderúrgico, estamos estabelecendo novos acordos para a aviação, que envolvem a compra de aviões da Embraer pela JAL – Japan Airlines; adotamos o padrão japonês para as transmissões da TV digital e está sendo negociado um acordo para os biocombustíveis, principalmente o etanol, que pode inaugurar uma nova fase na substituição em larga escala dos combustíveis fósseis”, destacou a ministra.

Segundo ela, a contribuição entre Brasil e Japão foi e continua sendo marcante. E por isso, a comemoração do centenário deve representar o início de um novo processo de estreitamento e intensificação nas relações bilaterais.

“Mas o mais importante é aproveitar a janela de oportunidades aberta pelo centenário para despertar o desejo dos japoneses por conhecerem o Brasil. Para isso, estamos financiando um conjunto de ações de promoção. Um exemplo é a parceria com a Câmara de Comercio Brasil/Japão que criou um evento de grande sucesso no Japão, o Brasil Day, que apresenta a comida brasileira, shows e artigos diversos “, afirmou Marta Suplicy.

Para um platéia composta por centenas de japoneses e descendentes, a ministra falou ainda dos preparativos do MTur para as comemorações do centenário. Confirmou a vinda do príncipe S.A.I. Naruhito, que vai inaugurar em Rolândia (PR) o Parque Yumê, obra financiada com recursos federais. O Ministério está apoiando um conjunto de eventos, dentre eles, a vinda da coleção “Os tesouros do Japão” e liberando verba para a construção do Parque Japão em Maringá (PR), composto por uma casa e um jardim típicos japoneses. O MTur vai ampliar também o número de guias de turismo em atividade no Brasil que falam japonês.

“Tudo isso porque o Japão é um mercado muito importante. É o sétimo maior emissor de turistas no mundo, mas para o Brasil vêm apenas 0,2% do total de japoneses que viajam. Apesar de ter aumentado em 70% no ano passado, o Brasil recebe apenas 74 mil turistas. Foz do Iguaçu, Manaus e São Paulo foram os destinos preferidos”, disse a ministra.

A comunidade japonesa no Brasil representa 1% da população brasileira – aproximadamente 1,5 milhão. A maior concentração com 800 mil está em São Paulo. Em seguida, vem o Paraná, com 250 mil japoneses e descendentes.

Fonte: http://www.turismo.gov.br/

Onde a Vaca Não é Sagrada

Por Sandra Bose

Namaskar

No ocidente as pessoas ainda crêem que a vaca seja um animal sagrado na Índia, e é justamente sobre este equivoco que escrevo hoje.

Assim como no caso do Brasil, a Índia também é dividida em estados, e o que ocorre é que em alguns estados indianos existe uma lei proibindo seu abate. Estes estados são no geral de maioria hindu.

Mas na Índia a população não é somente de religião hindu, aqui temos islâmicos, sikhs, cristãos, budistas etc que se alimentam de carne bovina sem problema algum. Em estados de maioria sikh ou islâmica, o abate de vacas é permitido e as pessoas se alimentam de sua carne.

Outro ponto importante a se destacar é que a Índia é fabricante e exportadora de calçados de couro e nem todo couro vem dos caprinos, até porque os bodes e cabras são pequenos em tamanho se compararmos ao tamanho de uma vaca.

Os hindus não vêem as vacas como sagradas, mas sim como uma fonte de leite, de onde fazem o iorgute, a manteiga, o ghee e o paneer (queijo branco fresco). Infelizmente eles ainda desconhecem os queijos amarelos como provolone, suíço, etc.

Os hindus também acreditam que ao alimentar uma vaca com capim e chapati (pão indiano) eles estejam transferindo toda a sua negatividade (energia negativa) para o animal. E é bastante comum ver pela manhã os indianos hindus dando chapati para as inúmeras vacas que vagam pelas ruas da Índia, inclusive na capital, Nova Delhi.

Outra prova de que as vacas não são sagradas, é o fato de que elas são soltas no transito caótico das cidades onde além de atrapalharem muito o trânsito, elas se ferem, pois muitos automóveis, ônibus e caminhões não conseguem freiar a tempo, batendo nelas. É muito triste ver as vacas mancando e/ou com as pernas feridas.

vaca_rejane.jpgMas ainda pior que isso é que as vacas que habitam as ruas dos centros urbanos não se alimentam direito pois nas cidades simplesmente não há pastos, assim sendo forcadas a comer lixo. Observe a foto da vaca se alimentando de lixo. Esta cena do cotidiano indiano é absolutamente comum e por isso mesmo não compreendo de onde surgiu a noção que os ocidentais tem de que as vacas sejam sagradas. Quem deixa um animal, se fosse considerado sagrado, alimentar-se de lixo?

Nandi, o boi de estimação do deus hindu Shiva, este sim é um bovino sagrado!

Foto da Rejane Teixeira.

Livros estrangeiros são os que mais vendem na China

Fonte: http://diariodigital.sapo.pt/

Os livros estrangeiros, sobretudo “best-sellers” e clássicos, são os que mais vendem na China. Os segredos para ganhar dinheiro e as visões modernas da cultura chinesa são os temas preferidos dos leitores chineses, informou hoje a imprensa chinesa.

As vendas dos títulos estrangeiros na China aumentaram em 2007, gerando mais receitas do que as últimas novidades de autores chineses no mercado doméstico, segundo um estudo de mercado divulgado pela Joyo Amazon, a maior livraria chinesa on-line, publicada pelo jornal oficial China Daily.

Mas a aposta em livros premiados, como o Prémio Nobel da Literatura, pode ser uma jogada arriscada para as editoras chinesas, alertaram alguns profissionais da indústria, porque, segundo o jornal, os chineses preferem mesmo saber como multiplicar o seu dinheiro e estão interessados nas interpretações modernas da história e cultura chinesas.

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Prevendo à sorte com Fukubukuro

Por Sildelane Marques

Compradores Japonês fizeram fila fora das principais centros comerciais, mais uma vez, para comprar os seus anual “fukubukuro”. “Fuku” significa “fortuna” e “Bukuro” (pronunciado como “Fukuro” sobre a sua própria) significa “mala”, ou seja, mala/ saco da sorte.

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A tradição popular japonesa de comprar sacos cheios com itens desconhecidos no primeiro dia do ano novo. Geralmente preenchidos com suas coisas que a loja não poderia livrar-se do ano anterior. Então, os proprietários colocam um item muito valorizado dentro alguns dos sacos que fazem alguns dos sacos valerem à compra. Mas há os chamados Fukoubukuro, “saco de infortúnio”, em que os conteúdos são como o nome mesmo diz um infortúnio.

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