Arquivo para janeiro \30\UTC 2008

O Som das Olimpíadas de Pequim 2008

Por Sildelane Marques

A atriz e cantora sul-coreana Jang Nara está trabalhando com o chinês Liao Changyong na produção da canção das Olimpíadas de Pequim 2008. O dueto, “Our Dream” -Nosso Sonho-, será um híbrido de pop e óperas e terá letra tanto em Chinês quanto Inglês. Após a gravação, os dois filmaram um clipe.

“Os Jogos Olímpicos Pequim é o primeiro evento Olímpico da Ásia em 20 anos, desde os Jogos Olímpicos Seul 1988. Creio que tem algo de muito especial a ver com o número 8 que significa tanto em chinês. Para comemorar 15 anos de relações entre a Coréia e a China, eu canto com o meu coração coreano na esperança do sucesso de Pequim. Espero, também, as relações entre a Coréia e a China melhorem ainda mais” comentou Jang Nara.

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Jang, que já havia maravilhado seus fãs com canções chinesas em concertos anteriores, irá cantar a parte chinesa, enquanto Liao irá cuidar da parte em inglês. A canção será apresentada no novo álbum “United Asian Album” de Jang que será lançado em Fevereiro.

O vídeo revelado no site oficial de Jang Nara mostra Jang Nara vestida com roupas vermelhas tradicionais chinesas. Aqui pode ser visto uma outra versão com Jang Nara cantando “Our dreams” com coral e orquestra: http://www.youtube.com/watch?v=p0OLuP8vucY

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EGITO CENSURA OBRAS NA FEIRA DO LIVRO DE CAIRO

As autoridades do Egito proibiram a entrada de várias obras literárias no país, entre elas alguns livros do tcheco Milan Kundera – como “A insustentável leveza do ser”, de 1983 – e do marroquino Mohamed Choukri, que deveriam ter sido expostas na Feira do Livro de Cairo, iniciada em 23 de janeiro.

“Não foi dada nenhuma explicação por parte das autoridades egípcias”, denuncia Randa Idriss, diretora da editora libanesa Dar al-Adab. Segundo Idriss, entre os livros censurados estão quatro romances de Kundera traduzidos ao árabe, como “A insustentável leveza do ser” e “O livro do riso e do esquecimento”.

Alguns livros do marroquino Mohamed Choukri (morto em 2003), publicados pela editora árabe al-Jamal (com sede na Alemanha), também tiveram mesmo destino, como por exemplo “Pão nu” (não disponível no Brasil), obra que lhe deu fama mundial.

Entre os livros vetados pelo Egito durante a feira (programada para terminar em 4 de fevereiro), figuram também “Amor na Arábia Saudita”, do escritor e jornalista saudita Ibrahim Badi – que toca diversos tabus regionais – e “Mulheres de areia e resina”, da libanesa Hanan el-Cheikh – sobre a situação sufocante das mulheres nos países do Golfo e que evoca a homossexualidade.

 Fonte: (ANSA/ANSAmed)

Mundo Árabe será destaque na London Book Fair 2008

Editores de países árabes estão entusiasmados com a notícia de que o Mundo Árabe (que engloba 20 países e dois estados que tem a língua árabe como oficial) será o principal mercado focado na Feira do Livro de Londres em 2008 – London Book Fair 2008.

lbf08_header_left.gifDe 2008 Mercado Focus programa terá por objetivo reforçar as relações culturais com o mundo árabe, educar a indústria editorial mundial sobre literatura árabe e permitir que os árabes editores promover seus livros e literatura de todas as partes do mundo.

Novos pavilhões já foram reservados por países como o Líbano, Abu Dhabi, Catar, Síria e os Emirados Árabes. Editores independentes do Egito, Líbano e união européia também estão sendo procurados para agilizarem a reserva dos seus estandes.

logo_market_focus.gifDurante o evento haverá uma série de palestras, discussões, debates e seminários com o objetivo de incentivar a colaboração entre editores e tradutores do Reino Unido e árabes. Alem da apresentação das atuais tendências da literatura contemporânea árabe que será introduzida no Reino Unido através de uma mostra de alguns dos melhores escritores do mundo árabe.

A experiência do Reino Unido, que exportou em 2006 para o Oriente Médio e o Norte da África cerca de 91 milhões de libras, dá uma idéia do potencial da região. A Feira do Livro de Londres acontece entre os dias 14 e 16 de abril deste ano.

Fonte: PublishNews e http://www.londonbookfair.co.uk/

INDONÉSIA QUER IMPORTAR SOJA E CONHECER TECNOLOGIA BRASILEIRA COM ETANOL

A tecnologia utilizada pelo Brasil com etanol e a importação da soja brasileira não-transgênica foram discutidas nesta quinta-feira (17), durante encontro do embaixador da Indonésia no Brasil, Bali Moniaga, com o ministro da Agricultura, Reinhold Stephanes. A Indonésia é o quarto maior importador de soja do mundo, consumindo cerca de 10 milhões de toneladas por ano.

O ministro da Agricultura recomendou uma visita do ministro da Indonésia ao Brasil para conhecer fazendas de pecuária, áreas de produção de cana-de-açúcar de Ribeirão Preto (SP), o Centro de Pesquisa de Açúcar e Álcool, em Piracicaba, e as plantações de soja no Mato Grosso. O ministro Stephanes disse, ainda, que nos próximos meses manterá contato com cooperativas para decidir sobre as exportações de soja para o consumo humano. “Vamos também discutir com o ministro a questão do embargo da Indonésia à carne brasileira”, afirmou.

O embaixador Bali Moniaga convidou o ministro Stephanes para uma palestra em seu país, ainda este ano, sobre a experiência brasileira com o etanol e a tecnologia Flex Fuel, que possibilita o abastecimento com álcool ou gasolina.

Fonte: MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUARIA E ABASTECIMENTO

Livros estrangeiros são os que mais vendem na China

Fonte: http://diariodigital.sapo.pt/

Os livros estrangeiros, sobretudo “best-sellers” e clássicos, são os que mais vendem na China. Os segredos para ganhar dinheiro e as visões modernas da cultura chinesa são os temas preferidos dos leitores chineses, informou hoje a imprensa chinesa.

As vendas dos títulos estrangeiros na China aumentaram em 2007, gerando mais receitas do que as últimas novidades de autores chineses no mercado doméstico, segundo um estudo de mercado divulgado pela Joyo Amazon, a maior livraria chinesa on-line, publicada pelo jornal oficial China Daily.

Mas a aposta em livros premiados, como o Prémio Nobel da Literatura, pode ser uma jogada arriscada para as editoras chinesas, alertaram alguns profissionais da indústria, porque, segundo o jornal, os chineses preferem mesmo saber como multiplicar o seu dinheiro e estão interessados nas interpretações modernas da história e cultura chinesas.

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Prevendo à sorte com Fukubukuro

Por Sildelane Marques

Compradores Japonês fizeram fila fora das principais centros comerciais, mais uma vez, para comprar os seus anual “fukubukuro”. “Fuku” significa “fortuna” e “Bukuro” (pronunciado como “Fukuro” sobre a sua própria) significa “mala”, ou seja, mala/ saco da sorte.

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A tradição popular japonesa de comprar sacos cheios com itens desconhecidos no primeiro dia do ano novo. Geralmente preenchidos com suas coisas que a loja não poderia livrar-se do ano anterior. Então, os proprietários colocam um item muito valorizado dentro alguns dos sacos que fazem alguns dos sacos valerem à compra. Mas há os chamados Fukoubukuro, “saco de infortúnio”, em que os conteúdos são como o nome mesmo diz um infortúnio.

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Escritor é condenado à prisão por blasfêmia

halabjaeeattable.jpgO escritor curdo Mariwan Halabjaee, autro do livro Sex, Sharia and Women in the History of Islam (algo como ‘Sexo, Sharia e a mulher na história do Islã” em português), que vive na Noruega, foi condenado por unanimidade no Iraque por blasfêmia.

 

 

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