Arquivo para dezembro \19\UTC 2007

Celular dá origem a novo gênero literário no Japão

FONTE: BBC BRASIL – Geraldo Ribeiro

20071213122820071213mbl203.jpgOs “romances de celular”, um verdadeiro novo gênero de literatura no Japão, vêm conquistando o coração de adolescentes e jovens no país. Os autores das histórias, quase todos novatos, podem chegar à consagração mesmo fora da telinha.

De cada dez obras de ficção mais vendidas no primeiro semestre de 2007 no Japão, cinco começaram como “romances de celular”, com tiragens médias que chegam a 400 mil exemplares, informa a imprensa japonesa.  

Continue lendo ‘Celular dá origem a novo gênero literário no Japão’

Anúncios

Entre ‘as Arábias’ e a Caxemira

Por Jules Lied

É sobre este misto de culturas que escrevo hoje.

Um lugar que há pouco tempo fazia parte da fantástica e vibrante Índia (ex-colônia inglesa), mas que hoje é um Estado independente, com seu idioma e povo singular: O Paquistão.

Está nos noticiários ultimamente e tem sido bem polêmica a situação política desse país… mas será que alguém parou pra pensar mais além?

Particularmente eu nunca pensei a respeito… até que, há uns anos atrás, me deparei com o cara que um dia seria meu namorado. Um paquistanês.  Que coisa não?!

A cultura do Paquistão mantém muito da cultura indiana, sua culinária, vestimentas, os rickshaws, as bangles (pulseiras) coloridas… até o idioma Urdu é muito semelhante ao Hindi na fala, a escrita porém utiliza-se do alfabeto árabe. E é dessa parte do globo que vem a religião dos paquistaneses – muçulmanos Sunitas ou Xiitas, diferenças religiosas à parte.

Hoje penso ser impossível não se apaixonar por uma cultura tão diferente à nossa e no entanto tão cativante. É como ter o melhor de dois mundos em um só, contrastando com a minha realidade ocidental.

As diferenças são enormes e sempre presentes, mas são justamente elas que surpreendem e encantam… desde comer as refeições com a mão (direita!), passando pela paixão pela música e poesia em Urdu, até chegar nos pomposos casamentos arranjados, nos banquetes, nas festanças, Insh’Allah!

Esqueçam os terroristas paquistaneses de “Syriana” (filme com George Clooney) e as reportagens ruins que a CNN insiste em fazer…

Lembrem-se da montanha K2 na Caxemira;

Das dupatas e hijabs (véus) bordados e coloridos;

Dos homens de traços árabes e indianos usando suas roupas típicas;

Do povo apaixonado por Cricket;

Dos lindos casamentos;

Das incríveis paisagens.

E de todas as outras belezas a serem descobertas.

 

 

A volta de Jun Ji-hyun

Por Luiz Barreto do Gigante Ásia

photo6305.jpgEla virou um ícone da febre de filmes coreanos. Ao fazer “Sassy Girl” em 2001 a atriz Jun Ji-hyun ficou famosa na ásia inteira e ajudou a tornar ainda mais popular os filmes coreanos. Agora, depois de um tempo fora do mercado coreano, ela está voltando para a audiência de seu país.

Adotando o nome “Gianna Jun” para o mercado de língua inglesa já que seu nome em coreano pode não ser muito fácil de pronunciar a atriz fez “Blood: The Last Vampire” que está em pós-produção e deve estrear ano que vem, marcando seu primeiro trabalho em Hollywood. O filme é dirigido pelo francês Chris Nahon e é baseado em uma animação japonesa de mesmo nome. Bem globalizado, não?

Seu novo filme coreano, ao lado de Hwang Jung-min, ela faz o papel de uma documentarista que ajuda um homem (feito por Hwang) que acredita que ele é um super-homem que costumava ter super-poderes. “A Man Once a Superman” deve estrear no começo do ano que vem.

Porém, exceto “My Sassy Girl”, que foi um estouro de bilheteria, seus outros filmes como “The Uninvited”, “Windstruck” e mesmo “Daisy”, que teve grande atenção da mídia, foram fracassos de bilheteria. Por isso, muitos críticos duvidam primeiro de seu talento como atriz e segundo, de seu poder de atrair público. Agora é uma boa oportunidade de provar o contrário.